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Dicas de Leitura: Livro, um mundo a ser explorado

Os homens de barro

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SUASSUNA, Ariano – Editora José Olympio

Escrita originalmente entre 1948 e 1949, Os homens de barro, de Ariano Suassuana, ganha nova edição caprichada. Passada no conjunto de lajedos da Pedra do Reino, a história fala de um grupo de homens que decidem esculpir um Anjo, após sua suposta aparição para um deles. Para tanto, organizam-se de forma comunitária, provocando a desconfiança e hostilidade dos fazendeiros locais.

Mais uma vez de forma magistral, Suassuna usa sua arte para abordar importantes questões sociais.

Romance – Teatro brasileiro

reiOKA roupa nova do rei       Coleção Clássicos Ilustrados

SOUSA, Maurício de – Editora Girassol

A coleção Fábulas Ilustradas, traz uma bela releitura de fábulas clássicas representadas pela turma da Mônica.

Conto – Fábula

 

 

bonecoOKIdeia de boneco

FELICÍSSIMO, Adriana – Editora Hedra

Esta é uma história de um boneco que acredita que todo mundo deveria ter uma árvore como amiga. Ajude a plantar essa ideia.

Meio ambiente – Letra bastão

jucaOKJuca e Chico: histórias de dois meninos em sete travessuras

BUSCH, Wilhelm, BILAC, Olavo (Trad.) – Editora Pulo do Gato

Escrevendo em versos rimados, o alemão Wilhelm Busch conta – no decorrer de um prólogo, sete travessuras e uma conclusão – a história de dois garotos capazes das piores estripulias.

Conto

 

santoOK (2)O santo e a porca

SUASSUNA, Ariano – Editora José Olympio

O Santo e a Porca’ é uma comédia dividida em três atos que narra a história de Euricão Árabe, um velho avarento, devoto de Santo Antônio, que esconde em sua casa uma porca cheia de dinheiro.

Teatro brasileiro – Comédia

manuelaOKManuela banguela

CASTANHEIRA, Amanda – Editora Suinara

Segundo a obra, brigadeiro, maria mole, bala de coco, pudim e chiclete todo mundo gosta um pouco. Se lambuzar com tanto doce não é proibido, mas ter cuidado com os dentes é ter juízo.

A visita da fada dos dentes no quarto da Manuela irá desvendar o mistério ‘do dente que caiu’. Será que tantos doces açucarados foram os vilões desse caso?

Poesia

 

Bojabi: árvore mágicabojabiOK

HOFMEYR, Dianne – Editora Biruta

Os animais estão muito, muito famintos. Então eles veem uma árvore maravilhosa, coberta de frutos vermelhos e maduros, que exalam o aroma de doces mangas, são gordos como melões e suculentos como tâmaras…

MAS…

Enrolado em volta da árvore está o MAIOR PÍTON que eles tinham visto na vida. E o Píton só vai deixar os animais comerem as frutas se eles disserem o nome da árvore. Qual será o nome? O Rei da Floresta é o único que sabe, e ele mora longe, muito longe…

Conto africano

livroOKPra que serve um livro?

LEGEAY, Chloé – Editora Pulo do Gato

Para que serve um livro?, de Chloé Legeay, é um livro de singular simplicidade e profundidade que, com pouco texto e ilustrações muito próximas ao real e ao imaginário das crianças, consegue demonstrar como um livro é capaz de contribuir na formação do mundo interior de todos os leitores. Com delicadeza e humor, a autora convida o leitor a mergulhar nos detalhes de cada ilustração e fazer inúmeras descobertas.

Para que serve um livro? é um delicioso tributo aos livros e à importância da leitura.

Conto – Leitura – Livro

O casamento suspeitososuspeitosoOK

SUASSUNA, Ariano – Editora José Olympio

Com ilustrações de Zélia Suassuna – artista plástica e mulher do autor – a obra conta a história do casamento entre Geraldo e Lúcia e os interesses que o rodeiam.

O livro é temperado com uma pitada de literatura de cordel e uma colher de folclore nordestino.

Teatro brasileiro – Comédia – Literatura de cordel

marOKAnimais do fundo do mar

Coleção Levante a aba – Editora Ciranda cultural

De onde vem o nome do peixe-lanterna? Por que a estrela-do-mar regurgita o estômago? O que as tartarugas marinhas gostam de comer? Levante as 50 abas para revelar criaturas incríveis que vivem nos mares, nas piscinas naturais e até no mais escuro fundo oceânico.

Descubra os tubarões de dente afiados caçando, tente encontrar caranguejos camuflados nos coloridos corais e explore um navio naufragado com uma surpresa escondida lá dentro.

Animais marinhos – Peixes

Getúlio: da volta pela consagração popular ao suicídio (1945-1954)getulioOK

LIRA NETO – Editora Companhia das Letras

“Entrei para o governo por uma revolução, saí por uma quartelada”, lamentou-se Getúlio Vargas numa carta enviada de seu exílio rural em São Borja (RS), em novembro de 1945, ao amigo e correligionário João Neves da Fontoura. Depois de quinze anos no Palácio do Catete, emendando na sequência da Revolução de 1930 a chefia dos governos provisório e constitucional e a ditadura do Estado Novo, Getúlio fora obrigado a se retirar para sua região natal, na fronteira entre o Brasil e a Argentina, pelos mesmos militares que haviam apoiado seu projeto nacionalista de poder. Os tempos estavam mudados, a Segunda Guerra Mundial já era história e ao ex-ditador, convertido num modesto estancieiro, apenas restavam as distrações das cavalgadas, do mate e dos charutos.

Mas Getúlio, animal político com aguçado senso de sobrevivência, não estava totalmente acabado, apesar do que pensavam os jornais do Rio de Janeiro, quase todos alinhados à União Democrática Nacional (UDN) e ao Partido Social Democrático (PSD). Sua filha Alzira — que havia permanecido na capital federal na companhia do marido, Ernani do Amaral Peixoto, e da mãe, Darcy — tornou-se uma espécie de embaixadora plenipotenciária do getulismo, possibilitando ao ex-presidente perscrutar os bastidores do governo do general Eurico Gaspar Dutra e manter o controle sobre o Partido Trabalhista Brasileiro (PTB). Com sua consagradora eleição ao Senado e as imunidades de constituinte, em 1946 Getúlio pôde voltar ao Rio de Janeiro, num primeiro movimento de preparação do almejado retorno ao Catete. Mas a hostilidade aberta da oposição udenista e as tentações de uma velhice tranquila no pampa gaúcho fizeram de seu mandato parlamentar pelo PTB um breve interlúdio do confinamento em São Borja, com raras aparições em plenário. Alzira, sempre no Rio, permaneceu, no entanto, sua conselheira e informante privilegiada por meio de detalhadas cartas-relatórios.

Apesar da derrota de candidatos que havia apoiado nas eleições regionais de 1947 e 48, Getúlio, sempre estimulado pela filha, deu a entender, em declarações à imprensa, que poderia concorrer ao primeiro posto da República. O movimento queremista, que jamais havia se apagado, explodiu em todo o país, exigindo a candidatura do senador e “pai dos pobres” à presidência. Getúlio apontava sua imensa popularidade contra o projeto liberal da UDN, que com a candidatura do brigadeiro Eduardo Gomes prometia radicalizar o ciclo de carestia iniciado por Dutra.

O retorno triunfal ao Catete, com a esmagadora votação obtida nas eleições de outubro de 1950, deu início a um dos períodos mais conturbados da política brasileira. A oposição ferrenha do udenismo e da imprensa, personificada pelo jornalista Carlos Lacerda, combateu incessantemente todas as iniciativas populares (ou populistas) do segundo governo Getúlio. Realizações como a fundação da Petrobras e o aumento do salário mínimo foram ofuscadas por um sinistro clima de guerra psicológica. O “mar de lama” denunciado à exaustão por seus inimigos manietou o envelhecido presidente, dividido entre os afagos à classe trabalhadora e a obediência devida à praxe anticomunista da Guerra Fria. O atentado contra Lacerda e a morte do oficial-aviador que o escoltava, no início de agosto de 1954, foram a senha para a precipitação dos acontecimentos. Acuado por um iminente golpe militar, Getúlio chegou a esboçar uma resistência, mas, politicamente isolado, preferiu o suicídio à desonra da renúncia.

Nos sessenta anos desse desfecho trágico, Lira Neto reconstitui todos os lances do tenso xadrez político que se entrelaçou com os últimos anos da vida de Getúlio. Amparado numa minuciosa pesquisa, que incluiu centenas de livros e milhares de páginas de manuscritos e documentos originais, entre os quais a correspondência entre Getúlio e Alzira, o autor elucida um período capital da história do Brasil e interpreta a personalidade de seu mais importante ator político no século XX.

Biografia – Getúlio Vargas, 1883-1954 – História do Brasil

feiraOKFeira de versos: poesia de cordel

Coleção Para Gostar de ler, v. 36

SILVA, João M. F. da, BARROS, Leandro G. de, PATATIVA DO ASSARÉ – Editora Ática

A poesia do cordel é um dos elementos mais fortes da cultura nordestina. Veiculado em feiras e eventos populares, o cordel é uma mistura de epopeia e comentário sobre a dura realidade da gente do Nordeste.

E vai além – misturando humor e crítica social, vida religiosa e sexualidade, os versos dos repentistas oferecem uma visada especial da vida e da alma do povo brasileiro.

Literatura de cordel – Poesia

O diário da irmã de Laura: um livro de recordações do Holocausto para jovens leitoresholoOK

KACER, Kathy – Editora Callis

Conheça a história de Gabi, uma garota judia que vivia com seus pais tranquilamente em uma comunidade rural até que os nazistas invadem a Tchecoslováquia e tudo começa a mudar.

O que Gabi poderia fazer? Fugir ou se esconder?

Descubra como Gabi conseguiu enfrentar estes tempos difíceis.

Crianças judias no holocausto – Polônia

greenOKFlamBus Green, v. 1: um duende na cidade

PAVANELLO, Roberto – Editora Fundamento

Flambus Green é o comandante de um grupo muito especial de duendes, chamado Célula Verde, cuja missão é cuidar das áreas verdes do planeta. Eles vivem em Linfa Branca, de onde só saem para realizar missóes muito especiais, como salvar o Jardim Botânico de Futura, uma cidade cheia de problemas ambientais. Só que a missão começa muito mal; alguns membros do esquadrão se perdem, alguns se machucam e outros resmungam sem parar!

Apesar de tudo, Flambus Green não desanima, pois sabe que precisa salvar o Jardim Botânico! E ele pode contar com a ajuda de amigos muito especiais, tanto duendes quanto ‘pernas longas’. Mas será que essa equipe é forte o suficiente para derrotar um inimigo misterioso e sem escrúpulos, que ataca na escuridão da noite?

Aventura – Ecologia – Meio ambiente

Histórias pra boi pensar: 3 lendas africanas em cordelcriaçãoOK

HOLANDA, Arlene – Editora Giramundo

Três belas narrativas africanas vertidas para o cordel – uma velha viúva que recebe dos espíritos da floresta a mais preciosa dádiva que alguém poderia receber; um caçador de bom coração que espera justiça em seu julgamento, organizado por um grupo de crocodilos; e um jovem que sofre as consequências de seu eterno orgulho e prepotência.

Lenda africana – Literatura de cordel

Solange Braga – Bibliotecária

 

 

 

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